sexta-feira , 28 julho 2017

Supeitos de esquartejar homem no Itamarati são presos pela Polícia Civil

casa itamaratiCorpo foi encontrado na quinta-feira (4) sem a cabeça, os dois braços e os pés, no bairro Itamarati.

Após cinco dias de investigações, a Polícia Civil de Petrópolis, prendeu nesta quarta-feira (10) três suspeitos de participação no esquartejamento de um homem de 27 anos. O corpo foi encontrado no bairro Itamarati sem a cabeça, os dois braços e os pés cortados nesta quinta-feira (4). Os agentes cumpriram mandados de prisão temporária expedido pela 2ª Vara Criminal do município.

De acordo com a polícia, os membros foram jogados dentro do rio e encontrados por moradores na terça (9). Um dos suspeitos ainda tentou forjar a própria morte para não ser descoberto, segundo a investigação.

Cláudio Batista, delegado titular da 105ª Delegacia de Polícia, informou que o crime pode ter relação com o tráfico de drogas e com uma apreensão feita pela Polícia Militar horas antes do assassinato. A apreensão aconteceu na casa de dois suspeitos de envolvimento no caso. Segundo o delegado, um homem de 63 anos é suspeito de ter golpeado a vítima na cabeça.

O outro suspeito, de 33 anos, foi localizado em Duque de Caxias. De acordo com a Polícia Civil, ele confessou a participação no crime e apontou o envolvimento de outro suspeito, de 26 anos, morador do bairro Itamarati, em Petrópolis.

“Eles teriam cortado as partes do corpo da vítima e arremessado no rio. Antes de fugir do local, o homem de 33 anos teria retirado suas próprias roupas, vestido o corpo com elas e deixado ao seu lado alguns documentos para forjar a própria morte. Ele ainda narra que a cabeça, braços e pés da vítima foram retiradas do local em baldes e arremessados no rio”, disse o delegado.

Ainda de acordo com a polícia, na casa do homem de 26 anos foram encontradas roupas sujas de sangue. Ele confessou para o delegado que ajudou os outros a cortar as partes do corpo da vitima junto com os outros envolvidos.

Sobre o homem de 63 anos, o delegado Claudio Batista afirmou que ele se manteve “frio” durante todo o depoimento e negou qualquer participação no crime. O suspeito tem três anotações criminais por homicídios ocorridos na década de 80. O delegado disse ainda que as investigações seguem por mais 30 dias para elucidar todos os detalhes relacionados à motivação do crime.

Fonte: G1

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