quarta-feira , 21 fevereiro 2018

Prefeitura estima 2018 ainda como ano difícil e mantém economia nos gastos públicos

bernardo rossi cidadeAlém de uma reserva de R$ 40 milhões para pagar serviços básicos à população e salários dos servidores – recursos que não poderão ser usados com outros gastos e já estão bloqueados no orçamento deste ano – a prefeitura vai apertar ainda mais o cinto. A cidade venceu o difícil ano de 2017, mas ainda está longe de respirar com alívio. Então, a economia continua. A economia, em 2017, chegou a R$ 60 milhões, com redução de contratos, alugueis e combustíveis.

Ao mesmo tempo em que busca aumentar arrecadação com a cobrança de grandes devedores como bancos e cartórios, a prefeitura vai continuar economizando. A média em todas as licitações foi a redução de 30% nos contratos e o cinto vai ficar ainda mais apertado. A contenção de gastos também vai ter continuidade com consumo de combustíveis, telefonia e redução de horas extras com exceção da saúde e defesa civil.

Usando exemplos práticos entre os novos serviços licitados, a iluminação pública tem hoje economia anual de R$ 2 milhões; as UPAs operam com economia de R$ 20 milhões por ano e todos os contratos antigos foram renegociados. A meta é aumentar a qualidade dos serviços e reduzir custos. São novos tempos também para a iniciativa privada que presta serviços e fornece ao poder público, uma adequação na economia em todo o país.

A continuidade da economia ainda decorre da situação de dívidas deixadas por gestões passadas. São R$ 766 milhões em dívidas que vão impactar a economia pública por até 20 anos. A prefeitura vai diluir e pagar estas dívidas para não comprometer não apenas esta gestão, mas gestões futuras. No início da gestão, em 2017, a prefeitura pagou “à vista” R$ 28 milhões em dívidas e tem parcelados outros R$ 284 milhões.

Divulgação: PMP

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