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domingo , 9 dezembro 2018

Superbactéria causa interdição de parte da UTI neonatal do HAC

Hospital Alcides CarneiroSegundo o MP, três bebês contraíram o microorganismo e um deles ainda está em tratamento. Local é monitorado pela Secretaria de Saúde do Estado desde julho.

Parte da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do Hospital Alcides Carneiro (HAC), em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, está isolada desde o mês de julho por causa de uma bactéria: a Acinetobacter. Segundo o Ministério Público do Estado (MPE), três bebês foram colonizados e um deles ainda está em tratamento.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), o local foi notificado e está sendo monitorado desde o mês de julho deste ano.

O MPE e a Defensoria Pública também estão acompanhando o caso. De acordo com o promotor da Infância e Juventude do MPE, Odilon Lisboa Medeiros, o isolamento foi necessário porque a bactéria é resistente e para paralisar a entrada de outras crianças até que a bactéria seja exterminada.

Odilon explicou ainda que a bactéria está sob controle na área intensiva da UTI.

No mês de julho, a Subsecretaria de Vigilância em Saúde da SES disse que fez uma fiscalização na unidade, inclusive na UTI Neonatal.

Durante a inspeção, o órgão afirmou que foram constatadas algumas inconformidades na avaliação do hospital e notificou a unidade, que tem sido monitorada regularmente pela Superintendência de Vigilância em Saúde (Suvisa).

Por meio de nota, a direção do Hospital Alcides Carneiro (HAC) disse que informou ao estado e ao Ministério Público sobre as intervenções que seriam feitas na UTI Neonatal, para impedir a propagação da bactéria.

A direção do hospital disse ainda que a reprodução destes microorganismos em ambiente hospitalar é comum e que todas as medidas foram adotadas para contê-la, como a transferência de alguns leitos para outro setor, mantendo o mesmo atendimento indicado.

O Hospital informou também que todos os procedimentos foram informados a estes órgãos e são preconizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo a unidade, não houve transferência de pacientes para outras cidades por conta desta ação.

Fonte: G1 Região Serrana

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